Cuidados com a influenza em creches e escolas
ORIENTAÇÕES SOBRE PREVENÇÃO E CUIDADOS COM A INFLUENZA EM CRECHES E ESCOLAS
Secretaria de Saúde relembra orientações sobre sintomas, vacinação, frequência escolar e sinais de alerta para atendimento médico
A Secretaria Municipal de Saúde orienta pais, responsáveis e profissionais da educação sobre os cuidados relacionados à influenza (gripe), especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios.
A influenza é uma infecção respiratória viral comum e, na maioria dos casos, apresenta evolução leve. Ainda assim, é importante que famílias e equipes escolares estejam atentas aos sintomas, sinais de alerta e medidas de prevenção, principalmente entre crianças pequenas.
Entre os principais sintomas estão febre acima de 37,5°C, tosse, coriza, dor de garganta, espirros, cansaço, diminuição do apetite e irritabilidade em crianças menores.
Já os sinais de alerta que exigem atendimento médico imediato incluem falta de ar, respiração rápida ou dificuldade para respirar, lábios arroxeados, sonolência excessiva, recusa persistente de líquidos, febre alta persistente acima de 38°C e piora importante do estado geral.
Nos casos leves, a orientação é procurar a Unidade de Saúde da Família (USF) ou Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do bairro. Já crianças com sinais de alerta devem ser encaminhadas ao serviço de Urgência e Emergência da Santa Casa de Misericórdia de Pirassununga.
A vacinação contra a influenza segue sendo a forma mais eficaz de prevenção contra a doença e suas complicações. Crianças de seis meses até cinco anos, 11 meses e 29 dias devem ser vacinadas.
Crianças com sintomas respiratórios leves, como coriza ou tosse sem febre alta, podem receber a vacina normalmente. A contraindicação temporária ocorre apenas em situações como febre alta acima de 38°C, suspeita de infecção bacteriana aguda ou comprometimento importante do estado geral no momento da avaliação médica.
A orientação também é para que crianças com sintomas gripais não frequentem escolas ou creches até apresentarem melhora clínica. Já crianças sem sintomas podem frequentar normalmente os ambientes escolares.
Entre as principais medidas preventivas estão a higienização frequente das mãos, cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar, evitar o compartilhamento de objetos pessoais, manter os ambientes ventilados e não encaminhar crianças com febre para as unidades escolares.
A Secretaria de Saúde reforça ainda o alerta contra a automedicação. Medicamentos utilizados sem orientação podem mascarar sintomas e causar efeitos indesejados. O tratamento adequado deve ser definido pelas equipes de saúde, conforme avaliação clínica de cada paciente.
Fonte: Secretaria Municipal de Saúde.